21 Março 2008

Poema

atraído pelo fascínio da felicidade
com um andar desordenado
liberto de toda a hesitação
sumi-me envolto pela cilada

empurrei a cadeira para junto da cama
apoiando-me sem medo no sorriso moribundo
que restava acomodado

no espelho
que cinicamente partilhava o sorriso
o regresso era desajeitado e inútil

na ideia que se despenha,
do penhasco e castelo do meu pensamento,
um impulso foge por entre a diversidade fundida

4 comentários:

Val Du disse...

Bonito esse "Poema".

Sim para a amizade? :)

Até mais.

Elypse disse...

Amizade? Nada disso, aqui é só sexo - pouco haverá que faça mais sexo que as palavras :)

Val Du disse...

Que pena!
Só lamento (muito) que penses assim.

Deixo para você o desejo de bons dias e boas inspirações.
Ah, e feliz Páscoa.

É isso aí.
Valeu! :)

Elypse disse...

Qual penso assim qual quê - faço é pensar assim :)

Boa Páscoa...